Saúde não se pesa, se sente.

Quais são suas estratégias para manter a saúde e bem-estar?

Teve um tempo em que eu achava que saúde era acordar às seis, tomar chá de cúrcuma, correr cinco quilômetros e cortar o pão.

Hoje eu só quero acordar em paz.

Entendi que bem-estar não vem de fora pra dentro.

Vem de dentro pra cima, como suspiro de alívio depois de uma oração sincera.

Nos meus dias bons, faço Pilates e ouço minha respiração esticando a alma junto com o corpo.

Nos dias ruins, só respiro.

E já é muito.

Tem dia que cuido de mim com disciplina, tem dia que me cuido com doçura.

E nos dois, é cuidado.

É saúde.

Aprendi que meu corpo me ouve até quando eu não falo — então tento ser gentil até nos silêncios.

Às vezes escrevo, às vezes só deito e deixo a música me embalar.

Às vezes danço sozinha na cozinha e descubro que isso também é terapêutico.

Saúde, pra mim, é quando o corpo e a alma dizem “obrigada” ao mesmo tempo.

É quando o coração bate mais forte não de ansiedade, mas de sentido.

E se não der pra ser regrada, que eu seja honesta.

Que eu me escute.

E que, entre um chá e um chocolate, eu siga escolhendo a mim mesma.

– b. monma

Publicado por Bruna Monma

Escritora e criadora de projetos autorais. Escrevo crônicas, reflexões e narrativas sobre identidade, tempo e o que não cabe em legendas. Acredito na palavra como forma de presença.

2 comentários em “Saúde não se pesa, se sente.

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