Uma loja para vender o que não cabe em prateleira

Se você fosse abrir uma loja, o que venderia?

Venderia roupas que abraçam memórias, cheiros que voltam no meio da tarde, músicas que te lembram quem você já foi.

Venderia palavras para dias sem cor, cafés para manhãs sem pressa e silêncios que dizem mais do que qualquer discurso.

Minha loja não teria pressa de vender — porque, no fundo, o que eu venderia mesmo seria sensação.

– b. monma

Publicado por Bruna Monma

Escritora e criadora de projetos autorais. Escrevo crônicas, reflexões e narrativas sobre identidade, tempo e o que não cabe em legendas. Acredito na palavra como forma de presença.

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