Em 2025 eu não apenas vivi.
Eu aprendi.
E nem todo aprendizado foi gentil.
Perdi tempo e talvez essa tenha sido a maior perda.
Trabalhei demais, sobrevivi demais, me doei demais, enquanto a vida, silenciosa, pedia presença.
Mas junto com essa perda veio o maior ganho: propósito.
Porque quando a gente entende por que caminha, o peso do caminho muda.
Essas são as lições que levo comigo.
Não como promessas, mas como consciência.
- Tempo é o ativo mais caro da vida e eu passei tempo demais trocando o meu por urgências que não eram minhas.
- Trabalhar sem propósito é só cansaço disfarçado de produtividade.
- Propósito muda tudo. Até o jeito que a gente aguenta o mundo.
- Quem tenta me diminuir, automaticamente me perde.
- Não é egoísmo me colocar na agenda. É sobrevivência emocional.
- Meus sonhos também são compromissos.
- Tomar decisões difíceis dói menos do que viver as consequências da indecisão.
- Resolver problemas difíceis me transformou em alguém mais inteira.
- Meu valor não precisa mais ser provado. Ele só precisa ser respeitado.
- Paz virou critério de escolha.
- A boazinha morreu. Nasceu a mulher que se respeita.
- Nem toda distância é perda. Algumas são livramento.
- Não devo explicações para quem nunca se preocupou em me compreender.
- Ser forte não é aguentar tudo, é saber o que não merece mais ser suportado.
- Resiliência não é romantização da dor, é inteligência emocional aplicada à vida.
- Eu sobrevivi a coisas que achava que me quebrariam.
- Descobri que posso confiar em mim.
- Cuidar de mim não é luxo, é estrutura.
- A maturidade começa quando a gente para de se abandonar.
- A minha história não pede permissão para existir.
- Não vou mais adiar a vida esperando versões melhores de mim mesma.
- Eu não negocio mais a minha paz por afeto, medo ou costume.
- Aprendi a dizer não sem culpa.
- Aprendi a dizer sim sem medo.
- Eu parei de sobreviver e comecei a escolher.
- E em 2026, eu escolho a mulher que estou me tornando.
No fim, 2025 não foi sobre chegar.
Foi sobre não me perder mais.
Foi sobre aprender a segurar o próprio coração
quando o mundo exige pressa, resposta, força e forma.
Foi sobre escolher a mim, mesmo com medo,
mesmo sem garantias,
mesmo sem aplauso.
Eu termino este ano diferente:
menos ingênua, mais consciente;
menos disponível para o que me drena,
mais presente no que me constrói.
Não entro em 2026 como quem foge do passado,
mas como quem finalmente o entende,
o honra
e o ultrapassa.
Levo comigo o que importa:
minha paz,
meu propósito,
meu tempo
e essa mulher que aprendeu a não se abandonar.
O resto fica.
Com gratidão.
Com silêncio.
Com maturidade.
E com a certeza serena
de que agora eu caminho comigo.
— b. monma✨
Que linda reflexão, que lindo caminho percorrido! Parabéns, parabéns, parabéns! Vale a pena imprimir e emoldurar para ler todos os dias. ;D Vou pedir licença e vou fazer algo assim também, pois colocar tudo o que foi vivido e aprendido, é muito poderoso. Feliz 2026, com propósito e serenidade!
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