Não para se apresentar, nem para se explicar e muito menos para me dizer quem você é no mundo. Me escreva como quem deixa um bilhete na mesa da cozinha, ou uma anotação no canto do caderno sabendo que alguém vai ler devagar.
Tenho pensado muito sobre quem chega até aqui, não no sentido estatístico, mas nesse lugar mais impreciso, o lugar de quem para no meio de um texto e sente alguma coisa mexer.
Talvez você também escreva, talvez guarde textos que nunca publicou, talvez esteja cansado de ter que explicar demais o que sente, o que pensa, o que carrega. Se for o caso, este espaço também é seu.
Não estou buscando respostas corretas, nem histórias bem contadas, nem coerência. Me interessa o intervalo, o que escapa, o que ainda não virou discurso.
Se quiser, escreva sobre:
- o que te trouxe até aqui;
- o que você ainda não conseguiu organizar;
- o que anda pesado demais;
- ou o que te atravessou em algum texto meu
Não prometo responder tudo – tentarei – mas principalmente prometo ler com presença. Porque escrever, às vezes é só isso: alguém do outro lado sustentando o silêncio.
Se quiser, me escreva : brunamonma@gmail.com
-b. Monma
Só queria dizer que o que me traz até aqui é justamente sua escrita. Não sei como cheguei a esse espaço, mas felizmente isso aconteceu. Agradeço por seus textos!
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A escrita tem dessas delicadezas silenciosas: ela puxa quem precisa ser puxado. Fico muito feliz que você tenha chegado e obrigada por me dizer isso.
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