Dizem que é só o corpo. Que é carne, osso, hormônio, desgaste. Mas o meu sempre soube que era mais: um rádio antigo, chiando todas as frequências ao mesmo tempo. Ser um corpo sensível, neste século cansado, é acordar todos os dias em cima de um fio desencapado. O mundo liga o botão da luz,Continuar lendo “Bruna por Bruna em: A anatomia secreta da sensibilidade”