Gente sem óleo e a pressa de quem acorda tarde demais

(ou por que vale a pena manter a alma acesa mesmo quando tudo parece parado) Tem coisas que a gente só percebe quando já não dá mais tempo. Essa parábola das dez virgens sempre me deu um incômodo estranho. Porque não é sobre pecado. Não é sobre quem era “boa” ou “má”. É sobre quemContinuar lendo “Gente sem óleo e a pressa de quem acorda tarde demais”

Façamos para nós uma bolha

(ou por que Deus talvez derrube seus algoritmos) Tem dias em que eu me pego pensando que a gente está vivendo uma nova Torre de Babel. Só que agora a torre é invisível. Feita de tela, de ego, de curtida. Uma torre digital que a gente sobe achando que vai encontrar o céu — masContinuar lendo “Façamos para nós uma bolha”

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