“Beijando cicatrizes”

É assim que Fabrício Carpinejar define o ato de acolher o que um dia doeu — e eu nunca tinha pensado que talvez o amor comece por aí.

A conversa dele com Pamela Magalhães em Parece Terapia é daquelas que a gente não ouve: sente.

Entre pausas, confissões e silêncios, eles falam sobre perdão, vulnerabilidade e sobre a coragem de não esconder mais o que nos marcou.

Um episódio que não se escuta impune — mas se sai mais humano.

🕊️

-b.monma

Publicado por Bruna Monma

Escritora e criadora de projetos autorais. Escrevo crônicas, reflexões e narrativas sobre identidade, tempo e o que não cabe em legendas. Acredito na palavra como forma de presença.

3 comentários em ““Beijando cicatrizes”

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