Eu poderia começar dizendo que os últimos três meses foram intensos. Foram. Mas “intensos” ainda é pequeno para o que aconteceu dentro de mim.
Nos últimos três meses eu oscilei entre sentir que estava exatamente onde deveria estar e sentir que estava completamente perdida. Entre ter certeza da minha voz e duvidar dela no mesmo dia. Entre me sentir estrategista e me sentir só uma menina tentando organizar ideias num caderno aberto na mesa.
Eu escrevi muito e silenciei muito também.
Teve semana em que minhas palavras pareceram gigantes. Teve dia em que elas encolheram dentro do peito e eu pensei: será que eu realmente tenho algo a dizer?
Engraçado como a gente constrói uma presença online que parece tão segura, tão decidida. E por trás dela existe alguém que ainda está entendendo o próprio ritmo.
Eu vivi crises pequenas que pareciam enormes, questionei minha carreira, questionei meu posicionamento, questionei se falar sobre identidade, fé, trabalho e sentido faz sentido num mundo que prefere fórmulas rápidas.
Ao mesmo tempo, recebi mensagens que me lembraram por que comecei, pessoas dizendo que se sentiram vistas, que pensaram diferente depois de ler algo meu, que se sentiram menos sozinhas e isso mexe comigo num lugar profundo.Porque eu nunca quis ser apenas lida, eu quis tocar.
Esses três meses foram sobre identidade, sobre entender quem eu sou além do cargo, além do algoritmo, além da performance.
Sou escritora, estrategista, empreendedora. Sou filha, irmã, noiva. Sou fé em movimento. Sou contradição organizada. Sou intensidade que aprende a respirar. E nenhuma dessas coisas, sozinha, me resume.
Tenho pensado muito sobre como a pergunta “o que você faz?” ocupa um espaço enorme na nossa vida adulta. Como se a profissão fosse a parte mais interessante da gente.
Eu trabalho, estudo, duvido, recomeço, sinto e nesses três meses eu recomecei internamente várias vezes.
Se você me acompanha no blog, sabe: é aqui que eu penso com profundidade. É onde organizo o caos em argumento. É onde minha escrita respira sem limite de caracteres.
No LinkedIn, eu levo minhas reflexões para o ambiente profissional. Ali publico artigos e também minha newsletter, onde desenvolvo ideias com mais estrutura, estudo e responsabilidade intelectual. É o espaço onde minha mente estratégica aparece com mais nitidez.
No jornal, minha palavra ganha papel e papel tem peso. Tem permanência. Tem compromisso com o tempo.
Na Substack, escrevo como quem envia cartas. É íntimo. É direto. É quase uma conversa de madrugada.
Meu livro está disponível na Amazon, em formato digital (Kindle). É o registro de uma fase da minha vida transformada em reflexão. É minha voz organizada em capítulos. É meu pensamento fixado em algo que não desaparece com o algoritmo.
E o Instagram? No Instagram eu posto mais vida pessoal do que qualquer outra coisa. E ainda assim… eu quase não posto. Ali não é palco. É recorte. Não é estratégia o tempo todo. É cotidiano. É quando eu quero, não quando o algoritmo manda.
Cada espaço meu tem uma função, nenhum é personagem, todos são extensão da mesma mulher.
Se você quiser acompanhar minha escrita com profundidade, fique no blog.
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Se quiser me ler em formato de livro, ele está na Amazon.
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Esses três meses me ensinaram uma coisa essencial: Eu não escrevo para parecer inteligente, eu escrevo para existir com consciência. E se minha existência organizada em palavras puder expandir a sua em algum nível, então todo esse processo vale a pena. Seguimos.
– b. monma ✦
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