O amor não tem sexo

“Você só vai saber o que é amor quando tiver um filho menino.” Foi isso que eu ouvi. Levei alguns segundos para entender a dimensão da frase, porque estou grávida de uma menina. Uma menina que eu queria, que eu escolhi querer antes mesmo de saber que existia. Quando descobri que ela estava ali, dentroContinuarContinuar lendo “O amor não tem sexo”

Entre flores e estatísticas

Ser mulher exige uma certa elasticidade emocional, a gente aprende cedo. Primeiro nos ensinam a ser delicadas, depois a ter personalidade, depois maturidade, depois pedem que a gente não seja tão intensas. Quando somos jovens dizem que somos dramáticas, aí amadurecemos e dizem que estamos frias, quando falamos com firmeza dizem que estamos bravas. ExisteContinuarContinuar lendo “Entre flores e estatísticas”

Identidade além do algoritmo

Eu poderia começar dizendo que os últimos três meses foram intensos. Foram. Mas “intensos” ainda é pequeno para o que aconteceu dentro de mim. Nos últimos três meses eu oscilei entre sentir que estava exatamente onde deveria estar e sentir que estava completamente perdida. Entre ter certeza da minha voz e duvidar dela no mesmoContinuarContinuar lendo “Identidade além do algoritmo”

O corpo feminino na história: de sagrado a produto

Houve um tempo em que o corpo feminino não precisava se explicar, ele não era discurso, nem produto, nem estratégia de engajamento. Ele apenas existia, o que, historicamente, sempre foi considerado um exagero. Gerava vida, sangrava, intuía coisas que ninguém sabia medir, assustava e tudo o que assusta precisa ser organizado, moralizado, domesticado. Preferencialmente porContinuarContinuar lendo “O corpo feminino na história: de sagrado a produto”

Entre o feminismo e o silêncio

Escrever, pra mim, é uma forma de cura. Não escrevo pra ser lida, escrevo pra existir. Mas ainda assim me escondo.Como se mostrar minha palavra fosse o mesmo que tirar a roupa diante do mundo. Talvez por isso admire tanto as mulheres que ousaram se despir em público não de corpo, mas de alma. AsContinuarContinuar lendo “Entre o feminismo e o silêncio”

Bruna por Bruna: Freud morreria de novo. Jung pediria um café.

Bruna não nasceu pra ter paz, mas também não nasceu pra ter tédio. Ela vive num eterno entre: entre o salto e o chinelo, entre o trauma e a cura, entre escrever um livro ou sumir no litoral com o celular desligado. Ela acredita em Deus, em sincronicidades, na Bíblia, em Yoko Ono e àsContinuarContinuar lendo “Bruna por Bruna: Freud morreria de novo. Jung pediria um café.”

Sexo frágil é o cacete

Feliz Dia das Mulheres! ✨Que nunca nos falte voz, coragem e espaço. Que sejamos difíceis, inquebráveis, livres. Sexo frágil? Só se for pra quem precisa da nossa força pra se equilibrar.Hoje e sempre, escolhemos a nós mesmas. 💫 Tem uma coisa que sempre me intrigou: como é que a gente cresce ouvindo que mulher éContinuarContinuar lendo “Sexo frágil é o cacete”

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