Sobre transformar o peso em força

Outro dia me peguei pensando em quantas vidas moram dentro de mim. Sou filha, neta, bisneta de histórias que nem sei direito, mas que de algum jeito me moldam. Carrego medos que não são meus, culpas herdadas, padrões repetidos com tanto zelo que parecem quase devoção. Por muito tempo achei que isso era injusto. PorContinuar lendo “Sobre transformar o peso em força”

O que não é meu, eu não guardo mais

Nesse novo ciclo, não vou guardar mais nada que não é meu pra mim. Não vou arquivar ressentimentos, nem colecionar culpas que não me pertencem. Chega de carregar pesos invisíveis nos ombros, como se eu tivesse nascido para ser depósito de dores alheias. Se é seu, que volte pra você. Se é do mundo, queContinuar lendo “O que não é meu, eu não guardo mais”

Sexo frágil é o cacete

Tem uma coisa que sempre me intrigou: como é que a gente cresce ouvindo que mulher é sexo frágil e, ao mesmo tempo, passa a vida equilibrando boleto, cólica, trabalho, unha feita, frustração emocional e TPM – muitas vezes tudo isso ao mesmo tempo e sem nem poder surtar no expediente? E mais: “sexo frágil”Continuar lendo “Sexo frágil é o cacete”

Crie um site como este com o WordPress.com
Comece agora