O que é sucesso de verdade? (spoiler: paz)

Pra mim, sucesso tem cara de férias. Mas não daquelas férias cheias de roteiro e expectativa, que você volta mais cansada do que foi. Sucesso, pra mim, é viagem onde eu não tenho pressão pra fazer absolutamente nada. Onde posso acordar sem despertador, caminhar sem rumo, comer quando sentir fome e não quando o relógioContinuarContinuar lendo “O que é sucesso de verdade? (spoiler: paz)”

A solidão inevitável de crescer (e o luto do que não volta mais)

Sinto isso o tempo todo. Talvez seja a saudade da leveza despreocupada da juventude. De chegar em casa e ter comida pronta, roupa lavada, boletos inexistentes e dramas limitados a “será que ele vai me mandar mensagem?”. Tanto a infância quanto a adolescência eram mais leves — e não é papo de romantizar, é sóContinuarContinuar lendo “A solidão inevitável de crescer (e o luto do que não volta mais)”

Ninguém sabe o que tá fazendo (tem estudos sobre isso, juro)

Ninguém sabe o que tá fazendo. Sério. Nem eu, nem você, nem aquele teu conhecido que parece ter a vida perfeita no Instagram. No fundo, tá todo mundo improvisando. Uns mais desastrados, outros melhores na arte de fingir. Eu, por exemplo, já dei o maior mico da história recentemente: dei tchau pra alguém que nãoContinuarContinuar lendo “Ninguém sabe o que tá fazendo (tem estudos sobre isso, juro)”

Como redes sociais bagunçam seu cérebro (e sua vida inteira)

TikTok. A plataforma perfeita pra você se sentir atoa em HD. Eu sei porque já me peguei rolando por horas, o polegar adestrado, o olhar meio vidrado, o cérebro pingando dopamina baratinha — e depois? Depois vem o vazio, a sensação de “por que mesmo eu precisava saber como fazer torta de ricota em 12ContinuarContinuar lendo “Como redes sociais bagunçam seu cérebro (e sua vida inteira)”

O tédio é importante (e a criatividade nasce no vazio)

Às vezes me sinto completamente improdutiva. Tipo um domingo arrastado em que não fiz nada além de existir — e talvez nem isso direito. Mas, curiosamente, eu me permito. Porque eu gosto. Eu gosto tanto de não fazer nada que chega a ser quase uma arte. Acho que me recarrego assim, sozinha, meio de dentro,ContinuarContinuar lendo “O tédio é importante (e a criatividade nasce no vazio)”

Adulting dói porque seu corpo carrega stress acumulado

Costas, ombros, pescoço. É ali que mora a minha vida adulta. Ou, pelo menos, é ali que ela decide se manifestar em forma de peso, aperto, torcicolo, travada de quem dormiu errado — ou só vive errado mesmo. Eu durmo bem, confesso. Mas queria dormir mais. Tipo 12 horas, igual adolescente sem boletos, sem responsabilidades,ContinuarContinuar lendo “Adulting dói porque seu corpo carrega stress acumulado”

Como nossos traumas moldam o amor (e a vida toda)

Toda sexta tem texto novo dessa série aqui. Então se você, assim como eu, tá tentando virar adulto sem se sentir um completo fracasso, volta na próxima semana. A gente tropeça, ri, chora e tenta de novo — juntos. Amar é talvez o tema mais batido e ainda assim mais bagunçado que existe. Eu carregoContinuarContinuar lendo “Como nossos traumas moldam o amor (e a vida toda)”

Por que procrastinamos tanto? (spoiler: dopamina, medo e um cérebro meio cagado)

Toda sexta tem texto novo dessa série aqui. Então se você, assim como eu, tá tentando virar adulto sem se sentir um completo fracasso, volta na próxima semana. A gente tropeça, ri, chora e tenta de novo — juntos. Eu me pego postergando tudo que possa ser postergado. Tudo. Se der pra deixar pra amanhã,ContinuarContinuar lendo “Por que procrastinamos tanto? (spoiler: dopamina, medo e um cérebro meio cagado)”

O dinheiro é emocional (não só matemático)

Toda sexta tem texto novo dessa série aqui. Então se você, assim como eu, tá tentando virar adulto sem se sentir um completo fracasso, volta na próxima semana. A gente tropeça, ri, chora e tenta de novo — juntos. Dinheiro sempre foi uma presença curiosa na minha vida. Não posso dizer que cresci na escassez,ContinuarContinuar lendo “O dinheiro é emocional (não só matemático)”

Seu cérebro só termina de amadurecer lá pelos 30 (então relaxa… mais ou menos)

Toda sexta tem texto novo dessa série aqui. Então se você, assim como eu, tá tentando virar adulto sem se sentir um completo fracasso, volta na próxima semana. A gente tropeça, ri, chora e tenta de novo — juntos. Eu penso tão diferente de quando tinha 20 anos que às vezes tenho vontade de ligarContinuarContinuar lendo “Seu cérebro só termina de amadurecer lá pelos 30 (então relaxa… mais ou menos)”

Manifesto: Como virar adulto sem se sentir um completo fracasso

Toda sexta tem texto novo dessa série aqui. Então se você, assim como eu, tá tentando virar adulto sem se sentir um completo fracasso, volta na próxima semana. A gente tropeça, ri, chora e tenta de novo — juntos. Escrever e pesquisar me ajudam a evoluir. Talvez esse seja o único caminho que encontrei praContinuarContinuar lendo “Manifesto: Como virar adulto sem se sentir um completo fracasso”

Crie um site como este com o WordPress.com
Comece agora