As mulheres que escreveram antes de mim

Há mulheres que não apenas escrevem, abrem caminhos. A minha escrita nasceu assim: atravessada por vozes femininas que chegaram cedo demais para serem apenas referências e tarde demais para serem esquecidas. Desde muito nova, eu lia mulheres. Lia com fome. Lia como quem encontra espelhos antes de aprender a se olhar. Transcrevia trechos em cadernos,Continuar lendo “As mulheres que escreveram antes de mim”

Entre o raso e o profundo

Enquanto você dispara indiretas vazias no story, eu escrevo textos que respiram fundo e dizem o que você não tem coragem de nomear. Essa é a diferença. Tem gente que precisa de plateia para existir, eu preciso de silêncio. Tem quem escolha a provocação rasa, eu prefiro a palavra que atravessa. Enquanto uns acionam aContinuar lendo “Entre o raso e o profundo”

Sobre as coincidências que têm cara de recado

Eu sei, pode parecer bobagem. Mas tenho essa mania de dar importância pras pequenas coincidências. Tipo quando olho o relógio e tá 22:22, ou quando uma música começa a tocar justo no exato momento em que penso em alguém. Pra muita gente é só acaso. Mas pra mim tem gosto de bilhete secreto do universo,Continuar lendo “Sobre as coincidências que têm cara de recado”

O que não é meu, eu não guardo mais

Nesse novo ciclo, não vou guardar mais nada que não é meu pra mim. Não vou arquivar ressentimentos, nem colecionar culpas que não me pertencem. Chega de carregar pesos invisíveis nos ombros, como se eu tivesse nascido para ser depósito de dores alheias. Se é seu, que volte pra você. Se é do mundo, queContinuar lendo “O que não é meu, eu não guardo mais”

Hoje é meu aniversário

Acordei com dor nas costas (29 tem dessas). Sim, 29 anos chegam com boletos, responsabilidades… e esse tipo de recado do corpo. Mas tudo bem: se tem uma coisa que aprendi é que até a dor pode ser um lembrete de que estou viva. E isso, no fim, já é presente. Sou grata ao meuContinuar lendo “Hoje é meu aniversário”

Bem-vindo, agosto

Chega agosto e, com ele, aquela sensação de começo. Não é janeiro, não é segunda-feira, mas é o mês em que a vida parece me chamar pelo nome e dizer: agora é você. Agosto é meu mês de florescer, de relembrar quem eu sou, de agradecer por mais um ciclo e também de me permitirContinuar lendo “Bem-vindo, agosto”

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