Minha filha, Você ainda está chegando e eu já estou tentando negociar com o futuro. Não sei que mundo estará te esperando quando você abrir os olhos, o meu já parece estranho o suficiente. Nasci em um século que começou prometendo progresso e, em poucas décadas, já estavam tentando descobrir se ainda existe salvação paraContinuarContinuar lendo “Carta para alguém que nascerá em um mundo que eu não conheço”
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O amor não tem sexo
“Você só vai saber o que é amor quando tiver um filho menino.” Foi isso que eu ouvi. Levei alguns segundos para entender a dimensão da frase, porque estou grávida de uma menina. Uma menina que eu queria, que eu escolhi querer antes mesmo de saber que existia. Quando descobri que ela estava ali, dentroContinuarContinuar lendo “O amor não tem sexo”
Desculpem, estou monotemática
Finalmente, depois de longos quatro meses, posso começar a publicar tudo o que tenho escrito. O que significa que, sim: vocês estão oficialmente liberados para ler uma quantidade provavelmente excessiva de textos sobre gravidez, maternidade, bebês, mudanças no corpo, mudanças na cabeça, expectativas, medos, descobertas e, eventualmente, sobre a minha filha. Antes que alguém perceba:ContinuarContinuar lendo “Desculpem, estou monotemática”
A parte mais bonita do meu trabalho é criar, não tirem isso de mim
Estamos vivendo uma era obcecada por eficiência. Automatizar tudo. Otimizar tudo. Escalar tudo. Inclusive, e principalmente, aquilo que nasce da alma. Eu uso IA. Gosto de tecnologia. Vejo beleza na inteligência artificial quando ela amplia, organiza e potencializa processos. Mas existe uma fronteira que, pra mim, é inegociável: a criação. A parte mais bonita doContinuarContinuar lendo “A parte mais bonita do meu trabalho é criar, não tirem isso de mim”
Entre o raso e o profundo
Enquanto você dispara indiretas vazias no story, eu escrevo textos que respiram fundo e dizem o que você não tem coragem de nomear. Essa é a diferença. Tem gente que precisa de plateia para existir, eu preciso de silêncio. Tem quem escolha a provocação rasa, eu prefiro a palavra que atravessa. Enquanto uns acionam aContinuarContinuar lendo “Entre o raso e o profundo”
Por que escrevo um blog em 2025?
Escrever um blog em 2025 é como nadar contra a corrente – exige fôlego, mas nos lembra que ainda somos donos das nossas próprias palavras. Sempre escrevi. No papel, no celular, em qualquer lugar onde pudesse despejar meus pensamentos antes que se perdessem no fluxo da rotina. Escrever me ajuda a organizar a mente, aContinuarContinuar lendo “Por que escrevo um blog em 2025?”
Sobrevivendo ao Sábado de Carnaval (ou Como a Gente se Segura nos Nossos)
Sábado de Carnaval. Enquanto o Brasil acordava com glitter no rosto e ressaca moral, eu estava de pé às 7h da manhã no primeiro round, pronta para enfrentar um dia inteiro de trabalho. E quando eu digo pronta, quero dizer uma pilha de ansiedade, estresse e cansaço. Porque nada grita “alegria, alegria” como uma jornadaContinuarContinuar lendo “Sobrevivendo ao Sábado de Carnaval (ou Como a Gente se Segura nos Nossos)”
O Peso do Mundo e Outros B.O.s
Outro dia acordei com uma certeza: estou exausta de carregar o mundo nas costas. E antes que você me pergunte “mas quem te deu essa missão?”, já adianto que ninguém deu. Peguei por conta própria. Fui lá e me servi de um pratão de responsabilidades emocionais, existenciais e financeiras, tudo regado a um molho agridoceContinuarContinuar lendo “O Peso do Mundo e Outros B.O.s”
O Peso do Bom Coração
Tem gente que nasce com um coração que transborda. Daqueles que não sabem amar pela metade, que se jogam de olhos fechados, que fazem o impossível por quem nem sempre faria o mínimo por eles. E o mais curioso é que, no meio disso tudo, essas pessoas não sentem que estão perdendo nada—até o diaContinuarContinuar lendo “O Peso do Bom Coração”