O corpo feminino na história: de sagrado a produto

Houve um tempo em que o corpo feminino não precisava se explicar, ele não era discurso, nem produto, nem estratégia de engajamento. Ele apenas existia, o que, historicamente, sempre foi considerado um exagero. Gerava vida, sangrava, intuía coisas que ninguém sabia medir, assustava e tudo o que assusta precisa ser organizado, moralizado, domesticado. Preferencialmente porContinuarContinuar lendo “O corpo feminino na história: de sagrado a produto”

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