Entre o feminismo e o silêncio

Escrever, pra mim, é uma forma de cura. Não escrevo pra ser lida, escrevo pra existir. Mas ainda assim me escondo.Como se mostrar minha palavra fosse o mesmo que tirar a roupa diante do mundo. Talvez por isso admire tanto as mulheres que ousaram se despir em público não de corpo, mas de alma. AsContinuar lendo “Entre o feminismo e o silêncio”

o que (não) vemos pela janela

Assisti àquela série nova da Netflix, Adolescência, e confesso que passei os 40 minutos com um aperto no peito e um milhão de pensamentos na cabeça. A câmera não pisca. A gente também não consegue piscar. Porque ali, naquela escola, naquela tensão toda, naquele menino perdido entre likes, ameaças e o peso de existir, moraContinuar lendo “o que (não) vemos pela janela”

Sexo frágil é o cacete

Tem uma coisa que sempre me intrigou: como é que a gente cresce ouvindo que mulher é sexo frágil e, ao mesmo tempo, passa a vida equilibrando boleto, cólica, trabalho, unha feita, frustração emocional e TPM – muitas vezes tudo isso ao mesmo tempo e sem nem poder surtar no expediente? E mais: “sexo frágil”Continuar lendo “Sexo frágil é o cacete”

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