Toda geração herda algo que não pediu, nem sempre é uma história contada. Às vezes é um silêncio, às vezes um jeito de reagir, às vezes uma culpa que aparece mesmo quando a intenção era fazer diferente. Tenho pensado muito nisso porque, em mim, a pergunta sempre volta: por que eu faço isso, mesmo sabendo?ContinuarContinuar lendo “O que cada geração fez com a própria dor”
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Como nossos traumas moldam o amor (e a vida toda)
Toda sexta tem texto novo dessa série aqui. Então se você, assim como eu, tá tentando virar adulto sem se sentir um completo fracasso, volta na próxima semana. A gente tropeça, ri, chora e tenta de novo — juntos. Amar é talvez o tema mais batido e ainda assim mais bagunçado que existe. Eu carregoContinuarContinuar lendo “Como nossos traumas moldam o amor (e a vida toda)”
Capítulo 3- Amor em tempos diferentes: o que cada geração entendeu (ou não) sobre vínculos
Cada geração aprende a amar com o vocabulário emocional que recebeu. Algumas aprenderam com silêncio. Outras, com obrigações. Algumas, com excesso. Outras, com ausência. Mas todas, de alguma forma, seguem tentando dizer: eu te amo, mesmo sem ter ouvido direito. 🤐 Geração Silenciosa (1928–1945): amor que não se fala Essa geração aprendeu que amar era prover,ContinuarContinuar lendo “Capítulo 3- Amor em tempos diferentes: o que cada geração entendeu (ou não) sobre vínculos”
Capítulo 2- O tempo da infância: o que foi reprimido, o que foi dissolvido, o que sobreviveu
Infância é onde tudo começa — inclusive o que vai doer daqui a vinte anos. É onde o tempo tem cheiro. Cheiro de terra molhada, de colo ou de medo. Mas esse tempo não é o mesmo para todos. Cada geração aprendeu o que era ser criança a partir do que o mundo podia oferecerContinuarContinuar lendo “Capítulo 2- O tempo da infância: o que foi reprimido, o que foi dissolvido, o que sobreviveu”