Feliz Dia das Mulheres! ✨Que nunca nos falte voz, coragem e espaço. Que sejamos difíceis, inquebráveis, livres. Sexo frágil? Só se for pra quem precisa da nossa força pra se equilibrar.Hoje e sempre, escolhemos a nós mesmas. 💫 Tem uma coisa que sempre me intrigou: como é que a gente cresce ouvindo que mulher éContinuar lendo "Sexo frágil é o cacete"
Deixa que eu carrego essa cruz
A vida toda me disseram que eu não podia. “Você não consegue”, “Isso não é pra você”, “Melhor deixar pra quem sabe”. E eu, boba, fui acreditando. Afinal, se tanta gente diz, deve ser verdade, né? Talvez eu tenha vindo com defeito de fábrica, talvez meu único talento seja pedir desculpa por existir. E foiContinuar lendo "Deixa que eu carrego essa cruz"
Organizando as Prateleiras Mentais: Como Pilates, Meditação, Som e a Escrita Viraram Meus Melhores Funcionários
Meu avô dizia: “Corpo são, mente sã.” E eu, teimosa que sou, demorei para entender que essa frase não era só um bom bordão de filme de coach. Mas a vida – essa professora insistente – fez questão de me mostrar na prática. Nos últimos tempos, entre um devaneio sobre propósito e um surto (nãoContinuar lendo "Organizando as Prateleiras Mentais: Como Pilates, Meditação, Som e a Escrita Viraram Meus Melhores Funcionários"
Sobrevivendo ao Sábado de Carnaval (ou Como a Gente se Segura nos Nossos)
Sábado de Carnaval. Enquanto o Brasil acordava com glitter no rosto e ressaca moral, eu estava de pé às 7h da manhã no primeiro round, pronta para enfrentar um dia inteiro de trabalho. E quando eu digo pronta, quero dizer uma pilha de ansiedade, estresse e cansaço. Porque nada grita “alegria, alegria” como uma jornadaContinuar lendo "Sobrevivendo ao Sábado de Carnaval (ou Como a Gente se Segura nos Nossos)"
Ainda estou aqui. E se não estivesse?
Ninguém ensina a lidar com a ausência. A morte, ao menos, tem um ritual, um desfecho, um ponto final ainda que doloroso. Mas o desaparecimento não. Ele é um vácuo onde as perguntas ecoam sem resposta, um labirinto sem saída, um relógio que nunca chega à hora certa. O filme Ainda Estou Aqui traduz essaContinuar lendo "Ainda estou aqui. E se não estivesse?"
Já escolheu uma roupa só pelo que queria sentir?
Tem dias em que a gente escolhe uma roupa pelo espelho. E tem dias em que a gente escolhe uma roupa pelo peito. Porque não é só tecido, corte e caimento. É uma armadura, um grito, um abraço ou uma tentativa frustrada de se esconder do mundo. Tem dias em que eu quero ser notada.Continuar lendo "Já escolheu uma roupa só pelo que queria sentir?"
O grilo, o destino e nossa mania de ver sinais em tudo
Outro dia, um grilo entrou na minha casa. Pequeno, esverdeado, pulando sem rumo aparente. Mas, na minha cabeça, ele não estava ali por acaso. Eu fiquei olhando pra ele. Ele ficou olhando pra mim. E eu, claro, já comecei: O que isso significa? Será que é um aviso? Um presságio? Um sinal do universo? PegueiContinuar lendo "O grilo, o destino e nossa mania de ver sinais em tudo"
O Grande Espetáculo da Mediocridade
Era uma vez um homem chamado Tonho. Mas não qualquer Tonho. Este era O Tonho. O maior espetáculo de apatia que já pisou nesta terra. Se houvesse uma Olimpíada da preguiça, ele levaria ouro, mas provavelmente reclamaria do peso da medalha. Tonho não andava, se arrastava. Cada passo seu parecia um sacrifício digno de épicosContinuar lendo "O Grande Espetáculo da Mediocridade"
Manual (Nada Prático) do Autoconhecimento
Se autoconhecer é maravilhoso, dizem. Um caminho de luz, falam. Mas ninguém te avisa que, no meio do processo, você vai se pegar chorando porque percebeu que repete os mesmos padrões que jurou que nunca mais repetiria. Ou que vai estar no meio de um surto existencial no trabalho, encarando o nada como se eleContinuar lendo "Manual (Nada Prático) do Autoconhecimento"
O Peso do Mundo e Outros B.O.s
Outro dia acordei com uma certeza: estou exausta de carregar o mundo nas costas. E antes que você me pergunte “mas quem te deu essa missão?”, já adianto que ninguém deu. Peguei por conta própria. Fui lá e me servi de um pratão de responsabilidades emocionais, existenciais e financeiras, tudo regado a um molho agridoceContinuar lendo "O Peso do Mundo e Outros B.O.s"
Relato de uma sobrevivente do próprio dia
Comecei o dia lutando com o despertador. Quer dizer, lutando é um exagero. Eu só perdi mesmo. Adiei uma, duas, duzentas vezes, na ilusão de que cinco minutos fariam alguma diferença na minha vida. Spoiler: não fizeram. Levantei com a energia de um celular no modo economia, mas decidi começar o dia relax. Namorei meuContinuar lendo "Relato de uma sobrevivente do próprio dia"
O Avô e as Lições Silenciosas
Meu avô era aquele tipo raro de pessoa que parecia saber de tudo antes de todo mundo. Ele não precisava de muito para ser grande. Não era de palavras vazias, nem de gestos grandiosos. Era grande no silêncio, na postura. Sempre foi o pilar da nossa família, aquele que, com uma frase, conseguia deixar tudoContinuar lendo "O Avô e as Lições Silenciosas"
O Peso do Bom Coração
Tem gente que nasce com um coração que transborda. Daqueles que não sabem amar pela metade, que se jogam de olhos fechados, que fazem o impossível por quem nem sempre faria o mínimo por eles. E o mais curioso é que, no meio disso tudo, essas pessoas não sentem que estão perdendo nada—até o diaContinuar lendo "O Peso do Bom Coração"
Manual de sobrevivência para lidar com gente sem vergonha
Acordei às seis da manhã porque sou trouxa. Podia dormir até as oito, mas levantei, joguei beach tennis, suei, corri pra casa, troquei de roupa e antes das dez já tinha feito mais pelo meu dia do que certas pessoas fizeram em anos. A diferença entre nós? Eu resolvo problemas, enquanto tem gente que sóContinuar lendo "Manual de sobrevivência para lidar com gente sem vergonha"
O Dia em que Faltou Luz e Sobramos Nós
Era uma quarta-feira comum até que, do nada, voltamos no tempo para a Idade Média. Não porque o mundo acabou, mas porque esquecemos de pagar a conta de luz. Um detalhe besta, um mero descuido, um sinal claro de que a vida adulta é basicamente um looping de boletos, prazos e esquecimentos estratégicos. A verdade?Continuar lendo "O Dia em que Faltou Luz e Sobramos Nós"
E se eu tivesse nascido um dia antes?
Dizem que cada detalhe muda tudo. Uma borboleta bate as asas na China, e um motoboy se atrasa na minha cidade. O caos do universo é meticulosamente coordenado pelo acaso, e eu fico aqui, deitada na cama, olhando para o teto, me perguntando: e se eu tivesse nascido no dia 1º de agosto em vezContinuar lendo "E se eu tivesse nascido um dia antes?"
Manual prático do especialista em nada
Todo mundo já conheceu um. O ser humano que sabe tudo, resolve tudo, opina sobre tudo… menos sobre a própria vida. Aquele tipo que te analisa como se fosse um coach não certificado, distribui conselhos que ninguém pediu e, claro, te julga com um rigor que nem Freud teria paciência. Eles são especialistas em negóciosContinuar lendo "Manual prático do especialista em nada"
Pequenos prazeres que seguram a gente no mundo (e uns vícios que só jogam no lixo)
A vida adulta é um amontoado de boletos, ligações que poderiam ser e-mails e uma eterna tentativa de dormir mais cinco minutinhos. É um corre sem fim, e às vezes a gente se pega no piloto automático, só existindo, pagando contas e respondendo “tudo bem e você?” por pura força do hábito. Mas aí vêmContinuar lendo "Pequenos prazeres que seguram a gente no mundo (e uns vícios que só jogam no lixo)"
A Primeira Palavra
Minha mãe adora contar essa história como quem prova, com um sorriso, que o mundo já nasci querendo consertar. Eu tinha quatro anos, mal sabia segurar o lápis, e, enquanto outras crianças desenhavam nuvens ou rabiscavam o próprio nome, eu escrevia “paz”. Não “mamãe”. Não “papai”. Paz. Dizem que a primeira palavra escrita da genteContinuar lendo "A Primeira Palavra"