O amor não tem sexo

“Você só vai saber o que é amor quando tiver um filho menino.” Foi isso que eu ouvi. Levei alguns segundos para entender a dimensão da frase, porque estou grávida de uma menina. Uma menina que eu queria, que eu escolhi querer antes mesmo de saber que existia. Quando descobri que ela estava ali, dentroContinuarContinuar lendo “O amor não tem sexo”

Empreender é dar bom dia pra quem quer te ver falir

Empreender, pra mim, não é só sobre vender.É sobre sobreviver. Eu achava que o mais difícil seria montar CNPJ, entender imposto, negociar com fornecedor, tentar fazer o cliente entender que picanha não é filé mignon. Achava que o terror viria em forma de boleto. Boba eu. O verdadeiro filme de terror tem nome: gestão deContinuarContinuar lendo “Empreender é dar bom dia pra quem quer te ver falir”

E que bom que nem todo mundo gosta de mim

Tem uma parte minha que vive num eterno teatrinho mental tentando agradar todo mundo. Um lado fofo, educado, que quer ser a melhor anfitriã do mundo até pra quem não pedi pra entrar na minha vida. Esse lado sonha com aprovação, tapinhas nas costas e o clássico “ai como ela é querida”. Mas aí, graçasContinuarContinuar lendo “E que bom que nem todo mundo gosta de mim”

Sobre clones, bilionários e o foda-se

Ontem eu assisti a um filme que, sinceramente, me fez querer tomar um banho gelado de realidade. “A Ilha”, já viu? É basicamente sobre gente bilionária que decide comprar clones — humanos mesmo, inteiros, bonitinhos, respirando, andando, sonhando — só pra, caso precise de um rim, ou de um pedaço de pele pra esticar oContinuarContinuar lendo “Sobre clones, bilionários e o foda-se”

Quando o mundo parecer injusto

Oi, alma sensível, Sabe aqueles dias em que o mundo parece um lugar especialmente cruel? Quando tudo dá errado, gente ruim prospera, gente boa se arrebenta, e você pensa: “qual é a lógica disso aqui?” Então, respira.Porque, sinceramente? Às vezes não tem lógica nenhuma mesmo. Não é sobre karma instantâneo, não é sobre justiça cósmicaContinuarContinuar lendo “Quando o mundo parecer injusto”

Bruna por Bruna: Freud morreria de novo. Jung pediria um café.

Bruna não nasceu pra ter paz, mas também não nasceu pra ter tédio. Ela vive num eterno entre: entre o salto e o chinelo, entre o trauma e a cura, entre escrever um livro ou sumir no litoral com o celular desligado. Ela acredita em Deus, em sincronicidades, na Bíblia, em Yoko Ono e àsContinuarContinuar lendo “Bruna por Bruna: Freud morreria de novo. Jung pediria um café.”

Pequenos prazeres que seguram a gente no mundo (e uns vícios que só jogam no lixo)

A vida adulta é um amontoado de boletos, ligações que poderiam ser e-mails e uma eterna tentativa de dormir mais cinco minutinhos. É um corre sem fim, e às vezes a gente se pega no piloto automático, só existindo, pagando contas e respondendo “tudo bem e você?” por pura força do hábito. Mas aí vêmContinuarContinuar lendo “Pequenos prazeres que seguram a gente no mundo (e uns vícios que só jogam no lixo)”

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