Pais emocionalmente ausentes não sabiam que estavam ausentes

Existe um tipo de ausência que não abandona, não grita, não machuca de forma explícita. Ela acontece em silêncio, é a ausência emocional. Pais emocionalmente ausentes não eram frios, negligentes ou indiferentes. Na maioria das vezes, eram presentes, trabalhavam, cuidavam, protegiam. Mas não sabiam escutar o que não sabiam nomear. Eles também aprenderam a engolirContinuarContinuar lendo “Pais emocionalmente ausentes não sabiam que estavam ausentes”

Manifesto – Pra Geração Alfa (e pra quem criou ela)

Vocês estão crescendo rápido demais.Com celular na mão, fone no ouvido e crise existencial aos 12. Sabem de tudo, mas não sabem de quase nada.Falam bonito, mas vivem com medo.Vocês se cobram, se comparam, se cancelam…e se esquecem que ainda são crianças tentando sobreviver num mundo que até os adultos fingem entender. E a culpaContinuarContinuar lendo “Manifesto – Pra Geração Alfa (e pra quem criou ela)”

Capítulo 2- O tempo da infância: o que foi reprimido, o que foi dissolvido, o que sobreviveu

Infância é onde tudo começa — inclusive o que vai doer daqui a vinte anos. É onde o tempo tem cheiro. Cheiro de terra molhada, de colo ou de medo. Mas esse tempo não é o mesmo para todos. Cada geração aprendeu o que era ser criança a partir do que o mundo podia oferecerContinuarContinuar lendo “Capítulo 2- O tempo da infância: o que foi reprimido, o que foi dissolvido, o que sobreviveu”

Entre gerações: o que herdamos, o que criamos, o que deixamos

Antes de sermos geração, fomos consequência. De guerras, ditaduras, revoluções tecnológicas e silêncios emocionais que atravessaram famílias inteiras. A Geração Silenciosa (1928–1945) aprendeu a sobreviver em meio à escassez e à rigidez. Filhos da guerra e da repressão, viveram para obedecer e reconstruir. Choravam escondido, se chorassem. Os Baby Boomers (1946–1964) nasceram quando o mundoContinuarContinuar lendo “Entre gerações: o que herdamos, o que criamos, o que deixamos”

o que (não) vemos pela janela

Assisti àquela série nova da Netflix, Adolescência, e confesso que passei os 40 minutos com um aperto no peito e um milhão de pensamentos na cabeça. A câmera não pisca. A gente também não consegue piscar. Porque ali, naquela escola, naquela tensão toda, naquele menino perdido entre likes, ameaças e o peso de existir, moraContinuarContinuar lendo “o que (não) vemos pela janela”

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