Pais emocionalmente ausentes não sabiam que estavam ausentes

Existe um tipo de ausência que não abandona, não grita, não machuca de forma explícita. Ela acontece em silêncio, é a ausência emocional. Pais emocionalmente ausentes não eram frios, negligentes ou indiferentes. Na maioria das vezes, eram presentes, trabalhavam, cuidavam, protegiam. Mas não sabiam escutar o que não sabiam nomear. Eles também aprenderam a engolirContinuarContinuar lendo “Pais emocionalmente ausentes não sabiam que estavam ausentes”

Curar a própria infância não é ingratidão

Existe uma confusão perigosa quando o assunto é infância, família e amadurecimento emocional: a ideia de que olhar para o que doeu é um ato de deslealdade. Como se reconhecer uma falta anulasse tudo o que foi dado. Como se curar significasse acusar. Não significa. Curar a própria infância não é negar amor, nem apagarContinuarContinuar lendo “Curar a própria infância não é ingratidão”

A geração que aprendeu a sentir cedo demais

Existe uma diferença grande entre ensinar uma criança a sentir e colocá-la cedo demais em contato com emoções que ela ainda não consegue sustentar. A geração que cresce agora não é frágil, ela é exposta. Exposta a informações que não pedem licença, a conversas que não foram feitas para ouvidos infantis, a telas que nãoContinuarContinuar lendo “A geração que aprendeu a sentir cedo demais”

Talvez a gente precise escrever pra se ouvir

por – b. monma Outro dia, me peguei pensando: e se a gente pudesse escrever pra se curar? Não como uma obrigação de ser escritora. Mas como um respiro.Como uma carta que ninguém vai cobrar, uma lembrança que ninguém precisa entender.Como uma forma de existir — mesmo que em pedaços. Tenho recebido mensagens de genteContinuarContinuar lendo “Talvez a gente precise escrever pra se ouvir”

Vocês não precisam parecer nada

Geração alfa, posso contar um segredo? Ninguém tá esperando que vocês saibam quem são aos doze. Aos doze, a gente devia estar testando a vida, não tentando convencer o mundo de que já nasceu pronta. Mas eu vejo vocês — apressados. Tentando descobrir qual cena combina com o olhar alheio, quais gostos são mais curtíveis,ContinuarContinuar lendo “Vocês não precisam parecer nada”

Quando o mundo parecer injusto

Oi, alma sensível, Sabe aqueles dias em que o mundo parece um lugar especialmente cruel? Quando tudo dá errado, gente ruim prospera, gente boa se arrebenta, e você pensa: “qual é a lógica disso aqui?” Então, respira.Porque, sinceramente? Às vezes não tem lógica nenhuma mesmo. Não é sobre karma instantâneo, não é sobre justiça cósmicaContinuarContinuar lendo “Quando o mundo parecer injusto”

Você não precisa saber o que vai ser quando crescer agora

Oi, meu pequeno caos ambulante, Eu sei. Parece que o mundo inteiro tá com pressa pra enfiar você dentro de uma caixa bonita, etiquetada e com um lacinho que diga: “esse aqui já sabe o que vai ser quando crescer.” Mas deixa eu te falar uma coisa que ninguém tem coragem de dizer: você nãoContinuarContinuar lendo “Você não precisa saber o que vai ser quando crescer agora”

Carta para quem tem medo que o mundo acabe antes de começar

Querida Geração Alfa, Vocês que cresceram no meio de sirenes, telas e previsões sombrias. Que escutam sobre guerras antes mesmo de aprender a lidar com as próprias emoções. Que veem vídeos no TikTok dizendo que o mundo vai acabar, enquanto só queriam entender como o mundo começa. Essa carta é pra vocês. Eu sei queContinuarContinuar lendo “Carta para quem tem medo que o mundo acabe antes de começar”

Crie um site como este com o WordPress.com
Comece agora