Curar a própria infância não é ingratidão

Existe uma confusão perigosa quando o assunto é infância, família e amadurecimento emocional: a ideia de que olhar para o que doeu é um ato de deslealdade. Como se reconhecer uma falta anulasse tudo o que foi dado. Como se curar significasse acusar. Não significa. Curar a própria infância não é negar amor, nem apagarContinuarContinuar lendo “Curar a própria infância não é ingratidão”

O que cada geração fez com a própria dor

Toda geração herda algo que não pediu, nem sempre é uma história contada. Às vezes é um silêncio, às vezes um jeito de reagir, às vezes uma culpa que aparece mesmo quando a intenção era fazer diferente. Tenho pensado muito nisso porque, em mim, a pergunta sempre volta: por que eu faço isso, mesmo sabendo?ContinuarContinuar lendo “O que cada geração fez com a própria dor”

Nota

Passei o dia revisando e editando o livro Entre Gerações, que será publicado nos próximos dias. Esperei respostas de editoras e considerei outros caminhos, mas entendi que a publicação não podia depender apenas disso. Este livro foi escrito a partir do presente, do cansaço coletivo, das dores emocionais que atravessam gerações e da sensação deContinuarContinuar lendo “Nota”

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