Sobre sentir demais (e organizar o caos)

Tem dias que eu acordo carregando o mundo nas costas. E nem é força de expressão — sinto mesmo o peso do que não é meu: a dor do outro, o medo coletivo, as tragédias que nem aconteceram mas eu já sofro por antecipação. Ser sensível é bonito na bio do Instagram, mas na práticaContinuarContinuar lendo “Sobre sentir demais (e organizar o caos)”

O que não é meu, eu não guardo mais

Nesse novo ciclo, não vou guardar mais nada que não é meu pra mim. Não vou arquivar ressentimentos, nem colecionar culpas que não me pertencem. Chega de carregar pesos invisíveis nos ombros, como se eu tivesse nascido para ser depósito de dores alheias. Se é seu, que volte pra você. Se é do mundo, queContinuarContinuar lendo “O que não é meu, eu não guardo mais”

a espada era minha

Na noite do dia 22 pro dia 23 de abril, eu sonhei que era uma rainha. Mas não dessas que usa coroa de ouro, manda nas pessoas ou tem um castelo com torre. Era uma rainha que andava — não no salto — mas arrastando uma espada enorme no chão. Pesada. Tão grande que davaContinuarContinuar lendo “a espada era minha”

Sobrevivendo ao Sábado de Carnaval (ou Como a Gente se Segura nos Nossos)

Sábado de Carnaval. Enquanto o Brasil acordava com glitter no rosto e ressaca moral, eu estava de pé às 7h da manhã no primeiro round, pronta para enfrentar um dia inteiro de trabalho. E quando eu digo pronta, quero dizer uma pilha de ansiedade, estresse e cansaço. Porque nada grita “alegria, alegria” como uma jornadaContinuarContinuar lendo “Sobrevivendo ao Sábado de Carnaval (ou Como a Gente se Segura nos Nossos)”

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