Existe uma ideia muito romantizada de que família precisa estar sempre junta. Que sangue é sinônimo de intimidade. Que amor se mede pela frequência das visitas, das ligações, da presença. Eu não acredito nisso. Aprendi que existem pessoas que transformam qualquer momento em uma dívida emocional. Você compartilha uma notícia feliz, e elas encontram umContinuarContinuar lendo “A distância também é uma forma de amor-próprio.”
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Quando o sonho é grande demais para uma vida que parece perfeita
O que fica da quinta temporada de Emily in Paris não é sobre romance, looks ou cidades, é sobre tamanho. Às vezes, a dor não vem porque algo deu errado.Vem porque deu certo demais, mas no lugar errado. A série amadurece quando entende que existem sonhos grandes demais para caber em uma realidade que, naContinuarContinuar lendo “Quando o sonho é grande demais para uma vida que parece perfeita”
Meu top 10 filmes: Comer, rezar e amar ou porque fugir pode ser, na verdade, um jeito de se encontrar.
Tem dias que eu quero largar tudo. E tem dias que eu quero largar tudo com estilo: com um passaporte na mão, uma mala pequena e uma ausência imensa de obrigações. Um lugar onde ninguém sabe meu nome. Onde eu não tenha que ser a filha de ninguém, a amiga de ninguém, a Bruna deContinuarContinuar lendo “Meu top 10 filmes: Comer, rezar e amar ou porque fugir pode ser, na verdade, um jeito de se encontrar.”
Sobre sentir demais (e organizar o caos)
Tem dias que eu acordo carregando o mundo nas costas. E nem é força de expressão — sinto mesmo o peso do que não é meu: a dor do outro, o medo coletivo, as tragédias que nem aconteceram mas eu já sofro por antecipação. Ser sensível é bonito na bio do Instagram, mas na práticaContinuarContinuar lendo “Sobre sentir demais (e organizar o caos)”