O corpo que o trabalho finge que não existe

Estou no primeiro trimestre da gravidez e trabalhando bem menos. Tenho um negócio próprio, uma equipe maravilhosa e a sorte — sim, a sorte — de poder reorganizar meus dias sem precisar pedir autorização a ninguém. Posso trabalhar menos. Posso parar. Posso ir ao médico. Posso dormir se estiver acabada. Posso decidir que hoje meuContinuarContinuar lendo “O corpo que o trabalho finge que não existe”

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