O corpo que o trabalho finge que não existe

Estou no primeiro trimestre da gravidez e trabalhando bem menos. Tenho um negócio próprio, uma equipe maravilhosa e a sorte — sim, a sorte — de poder reorganizar meus dias sem precisar pedir autorização a ninguém. Posso trabalhar menos. Posso parar. Posso ir ao médico. Posso dormir se estiver acabada. Posso decidir que hoje meuContinuarContinuar lendo “O corpo que o trabalho finge que não existe”

Capítulo 4 – Gerações no trabalho: da labuta silenciosa ao burnout performático

Nenhuma geração escapou do trabalho — mas cada uma foi ensinada a lidar com ele de um jeito. Para algumas, era honra. Para outras, mal necessário. Para algumas, destino. Para outras, prisão com Wi-Fi. No fundo, todas tentam responder à mesma pergunta: Quanto da minha vida eu preciso entregar pra valer a pena? 🧱 Geração SilenciosaContinuarContinuar lendo “Capítulo 4 – Gerações no trabalho: da labuta silenciosa ao burnout performático”

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