A distância também é uma forma de amor-próprio.

Existe uma ideia muito romantizada de que família precisa estar sempre junta. Que sangue é sinônimo de intimidade. Que amor se mede pela frequência das visitas, das ligações, da presença. Eu não acredito nisso. Aprendi que existem pessoas que transformam qualquer momento em uma dívida emocional. Você compartilha uma notícia feliz, e elas encontram umContinuarContinuar lendo “A distância também é uma forma de amor-próprio.”

Sobre sombras e a mulher que escolho ser

Às vezes acho que estou no meio de uma travessia estranha: entre a mulher que esperaram que eu fosse e a mulher que eu, teimosa, decidi ser. É um caminho meio solitário, confesso. Porque a cada passo deixo pra trás uma expectativa, um rótulo, uma conveniência que fazia minha vida caber melhor nos olhos dosContinuarContinuar lendo “Sobre sombras e a mulher que escolho ser”

Sobre escolhas e fantasmas invisíveis

Ando pensando se sou mesmo tão livre quanto gosto de me achar. Porque, olha só, a teoria é linda: você faz suas próprias escolhas, constrói sua vida, dirige seu destino. Mas aí eu paro e penso: até que ponto sou eu mesma que escolho? E até que ponto sou apenas um monte de vozes antigasContinuarContinuar lendo “Sobre escolhas e fantasmas invisíveis”

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