por – b. monma Outro dia, me peguei pensando: e se a gente pudesse escrever pra se curar? Não como uma obrigação de ser escritora. Mas como um respiro.Como uma carta que ninguém vai cobrar, uma lembrança que ninguém precisa entender.Como uma forma de existir — mesmo que em pedaços. Tenho recebido mensagens de genteContinuarContinuar lendo “Talvez a gente precise escrever pra se ouvir”
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Carta para quem tem medo que o mundo acabe antes de começar
Querida Geração Alfa, Vocês que cresceram no meio de sirenes, telas e previsões sombrias. Que escutam sobre guerras antes mesmo de aprender a lidar com as próprias emoções. Que veem vídeos no TikTok dizendo que o mundo vai acabar, enquanto só queriam entender como o mundo começa. Essa carta é pra vocês. Eu sei queContinuarContinuar lendo “Carta para quem tem medo que o mundo acabe antes de começar”
Manifesto – Pra Geração Alfa (e pra quem criou ela)
Vocês estão crescendo rápido demais.Com celular na mão, fone no ouvido e crise existencial aos 12. Sabem de tudo, mas não sabem de quase nada.Falam bonito, mas vivem com medo.Vocês se cobram, se comparam, se cancelam…e se esquecem que ainda são crianças tentando sobreviver num mundo que até os adultos fingem entender. E a culpaContinuarContinuar lendo “Manifesto – Pra Geração Alfa (e pra quem criou ela)”
Capítulo 7- Quem vai salvar o mundo? – Entre culpa, esperança e legado
Cada geração carrega um fardo invisível: o de consertar o que a anterior deixou — e o de não fracassar como a próxima talvez veja. O planeta está quente. A saúde mental, em ruínas. Os vínculos, frágeis. E no meio disso tudo, há uma pergunta que ninguém faz em voz alta, mas todo mundo senteContinuarContinuar lendo “Capítulo 7- Quem vai salvar o mundo? – Entre culpa, esperança e legado”
Capítulo 6- O corpo nas gerações: entre contenção, culto e desconexão
O corpo nunca foi só carne. Sempre foi política, promessa, punição e, em alguns casos, a única forma de ser visto. Cada geração foi ensinada a habitar o próprio corpo de um jeito. E quase nenhuma foi ensinada a habitá-lo com paz. 🪶 Geração Silenciosa (1928–1945): o corpo como ferramenta de sobrevivência Corpo era força deContinuarContinuar lendo “Capítulo 6- O corpo nas gerações: entre contenção, culto e desconexão”
Capítulo 5- Espiritualidade entre gerações: entre a culpa, o sagrado e a busca por sentido
Nem toda fé nasce de luz. Às vezes, ela nasce do medo. Da dor. Do desespero. Cada geração, à sua maneira, tentou fazer sentido da vida — ou, ao menos, suportar o absurdo dela. A forma muda. Mas o vazio, esse… é universal. 🙏🏼 Geração Silenciosa (1928–1945): fé como obediência Deus era figura de autoridade. IgrejaContinuarContinuar lendo “Capítulo 5- Espiritualidade entre gerações: entre a culpa, o sagrado e a busca por sentido”
Capítulo 4 – Gerações no trabalho: da labuta silenciosa ao burnout performático
Nenhuma geração escapou do trabalho — mas cada uma foi ensinada a lidar com ele de um jeito. Para algumas, era honra. Para outras, mal necessário. Para algumas, destino. Para outras, prisão com Wi-Fi. No fundo, todas tentam responder à mesma pergunta: Quanto da minha vida eu preciso entregar pra valer a pena? 🧱 Geração SilenciosaContinuarContinuar lendo “Capítulo 4 – Gerações no trabalho: da labuta silenciosa ao burnout performático”
Capítulo 3- Amor em tempos diferentes: o que cada geração entendeu (ou não) sobre vínculos
Cada geração aprende a amar com o vocabulário emocional que recebeu. Algumas aprenderam com silêncio. Outras, com obrigações. Algumas, com excesso. Outras, com ausência. Mas todas, de alguma forma, seguem tentando dizer: eu te amo, mesmo sem ter ouvido direito. 🤐 Geração Silenciosa (1928–1945): amor que não se fala Essa geração aprendeu que amar era prover,ContinuarContinuar lendo “Capítulo 3- Amor em tempos diferentes: o que cada geração entendeu (ou não) sobre vínculos”
Capítulo 2- O tempo da infância: o que foi reprimido, o que foi dissolvido, o que sobreviveu
Infância é onde tudo começa — inclusive o que vai doer daqui a vinte anos. É onde o tempo tem cheiro. Cheiro de terra molhada, de colo ou de medo. Mas esse tempo não é o mesmo para todos. Cada geração aprendeu o que era ser criança a partir do que o mundo podia oferecerContinuarContinuar lendo “Capítulo 2- O tempo da infância: o que foi reprimido, o que foi dissolvido, o que sobreviveu”
Capítulo 1- Nostalgia x Inovação: o fio que separa e conecta as gerações
O tempo não é só uma linha reta. É um novelo — cheio de nós, repetições e voltas no mesmo ponto. E se há um fio que costura todas as gerações, ele se chama memória. Mas o que fazemos com ela é que muda com o tempo: Alguns a silenciam, outros a romantizam. Alguns aContinuarContinuar lendo “Capítulo 1- Nostalgia x Inovação: o fio que separa e conecta as gerações”
Entre gerações: o que herdamos, o que criamos, o que deixamos
Antes de sermos geração, fomos consequência. De guerras, ditaduras, revoluções tecnológicas e silêncios emocionais que atravessaram famílias inteiras. A Geração Silenciosa (1928–1945) aprendeu a sobreviver em meio à escassez e à rigidez. Filhos da guerra e da repressão, viveram para obedecer e reconstruir. Choravam escondido, se chorassem. Os Baby Boomers (1946–1964) nasceram quando o mundoContinuarContinuar lendo “Entre gerações: o que herdamos, o que criamos, o que deixamos”