O mito da liberdade plena

Eu tenho pensado muito sobre liberdade e talvez essa seja uma das ideias mais bonitas (e mais mal compreendidas) que a gente aprende ao longo da vida. Durante muito tempo, eu achei que liberdade era um lugar. Um estado. Uma forma de viver onde eu poderia ser totalmente eu, sem limites, sem concessões, sem precisarContinuarContinuar lendo “O mito da liberdade plena”

O primeiro sacrifício

Eu não acho que a gente desiste dos sonhos de uma vez. Se fosse assim, talvez fosse mais fácil. Mais honesto, até, mas não é isso que acontece. A gente aprende a adiar: “Depois eu faço.”; “Agora não é o momento.”; “Quando as coisas estiverem mais organizadas.” E esse depois vai ficando cada vez maisContinuarContinuar lendo “O primeiro sacrifício”

A crise de identidade contemporânea

Tenho pensado e estudado muito sobre identidade, não como conceito teórico, desses que a gente lê em livros ou discute em sala de aula, mas como experiência real, aquela que aparece quando a vida fica silenciosa o suficiente para que algumas perguntas difíceis finalmente tenham espaço. Uma delas tem me acompanhado há algum tempo: emContinuarContinuar lendo “A crise de identidade contemporânea”

Capítulo 5- Espiritualidade entre gerações: entre a culpa, o sagrado e a busca por sentido

Nem toda fé nasce de luz. Às vezes, ela nasce do medo. Da dor. Do desespero. Cada geração, à sua maneira, tentou fazer sentido da vida — ou, ao menos, suportar o absurdo dela. A forma muda. Mas o vazio, esse… é universal. 🙏🏼 Geração Silenciosa (1928–1945): fé como obediência Deus era figura de autoridade. IgrejaContinuarContinuar lendo “Capítulo 5- Espiritualidade entre gerações: entre a culpa, o sagrado e a busca por sentido”

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