A máscara social

Eu sempre fui muito eu. Desde pequena. Vaidosa, criativa, sentimental. Sempre tive um senso muito claro do que me incomodava e do que fazia sentido pra mim. Nunca gostei de dormir no quarto dos meus pais. Parei de usar fralda muito cedo porque aquilo me incomodava. Quando perdi a chupeta, chorei a noite inteira, masContinuarContinuar lendo “A máscara social”

A crise de identidade contemporânea

Tenho pensado e estudado muito sobre identidade, não como conceito teórico, desses que a gente lê em livros ou discute em sala de aula, mas como experiência real, aquela que aparece quando a vida fica silenciosa o suficiente para que algumas perguntas difíceis finalmente tenham espaço. Uma delas tem me acompanhado há algum tempo: emContinuarContinuar lendo “A crise de identidade contemporânea”

Sobre quem eu sou sem as minhas máscaras

Às vezes me pergunto quem eu seria se tirasse tudo. Se deixasse de lado o medo, a vaidade, a mania de agradar, o trauma disfarçado de sarcasmo. Se largasse as poses que inventei pra caber melhor no mundo. Quem restaria? Quero acreditar que seria o que Jung chama de Self — meu espírito na formaContinuarContinuar lendo “Sobre quem eu sou sem as minhas máscaras”

Sobre escolhas e fantasmas invisíveis

Ando pensando se sou mesmo tão livre quanto gosto de me achar. Porque, olha só, a teoria é linda: você faz suas próprias escolhas, constrói sua vida, dirige seu destino. Mas aí eu paro e penso: até que ponto sou eu mesma que escolho? E até que ponto sou apenas um monte de vozes antigasContinuarContinuar lendo “Sobre escolhas e fantasmas invisíveis”

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