O mito da liberdade plena

Eu tenho pensado muito sobre liberdade e talvez essa seja uma das ideias mais bonitas (e mais mal compreendidas) que a gente aprende ao longo da vida. Durante muito tempo, eu achei que liberdade era um lugar. Um estado. Uma forma de viver onde eu poderia ser totalmente eu, sem limites, sem concessões, sem precisarContinuarContinuar lendo “O mito da liberdade plena”

O primeiro sacrifício

Eu não acho que a gente desiste dos sonhos de uma vez. Se fosse assim, talvez fosse mais fácil. Mais honesto, até, mas não é isso que acontece. A gente aprende a adiar: “Depois eu faço.”; “Agora não é o momento.”; “Quando as coisas estiverem mais organizadas.” E esse depois vai ficando cada vez maisContinuarContinuar lendo “O primeiro sacrifício”

A máscara social

Eu sempre fui muito eu. Desde pequena. Vaidosa, criativa, sentimental. Sempre tive um senso muito claro do que me incomodava e do que fazia sentido pra mim. Nunca gostei de dormir no quarto dos meus pais. Parei de usar fralda muito cedo porque aquilo me incomodava. Quando perdi a chupeta, chorei a noite inteira, masContinuarContinuar lendo “A máscara social”

Eu fui, eu sou, eu vou — mas e o Raul?

Às vezes penso que o Raul Seixas foi só um Nietzsche sem supervisão terapêutica. Um Jung sem mandala pra se centrar. Um Davi sem Deus pra segurar a onda.Ele abriu a cabeça, o coração, a alma — e esqueceu de ter um lugar seguro pra voltar depois. E aí o abismo olhou de volta (NietzscheContinuarContinuar lendo “Eu fui, eu sou, eu vou — mas e o Raul?”

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