26 lições que levo para 2026

Em 2025 eu não apenas vivi.Eu aprendi.E nem todo aprendizado foi gentil. Perdi tempo e talvez essa tenha sido a maior perda.Trabalhei demais, sobrevivi demais, me doei demais, enquanto a vida, silenciosa, pedia presença.Mas junto com essa perda veio o maior ganho: propósito.Porque quando a gente entende por que caminha, o peso do caminho muda.ContinuarContinuar lendo “26 lições que levo para 2026”

sobre coroas, ilusões e o preço da evolução

Às vezes eu assisto séries de época para esquecer da vida, mas acabo lembrando demais. Comecei a rever The Tudors. Um desfile de coroas pesadas carregadas por gente leve demais. Um mundo governado por impulsos de homens que confundiam poder com permissão divina, e vaidade com destino. E enquanto eu via inocentes sendo arrancados daContinuarContinuar lendo “sobre coroas, ilusões e o preço da evolução”

A menina que queria aprender por música

Quando eu era criança, pedi para que a professora explicasse a matéria em formato de música. Ela achou estranho. Chamou minha mãe pra conversar. Talvez tenha visto ousadia, talvez insubordinação, mas no fundo eu só queria entender o mundo de um jeito que fizesse sentido pra mim. Enquanto uns aprendiam decorando fórmulas, eu precisava sentirContinuarContinuar lendo “A menina que queria aprender por música”

 O preço de ser livre: quando o sistema não suporta quem não precisa dele: sobre fama, energia e a guerra invisível entre o sistema e a liberdade

Existe um tipo de sucesso que não nasce do talento, mas do algoritmo do poder. Um sucesso cuidadosamente fabricado, com o brilho polido, o discurso ensaiado e o aval de quem manda nas narrativas. E existe outro, aquele que nasce da vida real, do povo, da espontaneidade que não precisa de manual pra dar certo.ContinuarContinuar lendo ” O preço de ser livre: quando o sistema não suporta quem não precisa dele: sobre fama, energia e a guerra invisível entre o sistema e a liberdade”

Sobre sombras e a mulher que escolho ser

Às vezes acho que estou no meio de uma travessia estranha: entre a mulher que esperaram que eu fosse e a mulher que eu, teimosa, decidi ser. É um caminho meio solitário, confesso. Porque a cada passo deixo pra trás uma expectativa, um rótulo, uma conveniência que fazia minha vida caber melhor nos olhos dosContinuarContinuar lendo “Sobre sombras e a mulher que escolho ser”

Bem-vindo, agosto

Chega agosto e, com ele, aquela sensação de começo. Não é janeiro, não é segunda-feira, mas é o mês em que a vida parece me chamar pelo nome e dizer: agora é você. Agosto é meu mês de florescer, de relembrar quem eu sou, de agradecer por mais um ciclo e também de me permitirContinuarContinuar lendo “Bem-vindo, agosto”

Sobre escolhas e fantasmas invisíveis

Ando pensando se sou mesmo tão livre quanto gosto de me achar. Porque, olha só, a teoria é linda: você faz suas próprias escolhas, constrói sua vida, dirige seu destino. Mas aí eu paro e penso: até que ponto sou eu mesma que escolho? E até que ponto sou apenas um monte de vozes antigasContinuarContinuar lendo “Sobre escolhas e fantasmas invisíveis”

Sobre clones, bilionários e o foda-se

Ontem eu assisti a um filme que, sinceramente, me fez querer tomar um banho gelado de realidade. “A Ilha”, já viu? É basicamente sobre gente bilionária que decide comprar clones — humanos mesmo, inteiros, bonitinhos, respirando, andando, sonhando — só pra, caso precise de um rim, ou de um pedaço de pele pra esticar oContinuarContinuar lendo “Sobre clones, bilionários e o foda-se”

A chupeta, a fralda e a liberdade

Dizem que todo bebê gosta de dormir no meio dos pais. Eu não. Desde que me entendo por gente, gosto do meu quarto, da minha cama, do meu canto. Nunca fui de colo emprestado. Minha mãe conta que, com menos de um ano, tirei a fralda porque ela me incomodava. Com nove meses eu andavaContinuarContinuar lendo “A chupeta, a fralda e a liberdade”

O Vício da Autoridade

Talvez a gente ache que vive num mundo moderno, racional e emancipado. Mas e se, no fundo, ainda estivermos presos às velhas estruturas de poder que tanto criticamos? Esta é uma daquelas perguntas que cutucam e incomodam. Entre padres, juízes, presidentes e coaches, o que realmente buscamos? Ordem ou conforto? Liberdade ou um pai queContinuarContinuar lendo “O Vício da Autoridade”

Por que escrevo um blog em 2025?

Escrever um blog em 2025 é como nadar contra a corrente – exige fôlego, mas nos lembra que ainda somos donos das nossas próprias palavras. Sempre escrevi. No papel, no celular, em qualquer lugar onde pudesse despejar meus pensamentos antes que se perdessem no fluxo da rotina. Escrever me ajuda a organizar a mente, aContinuarContinuar lendo “Por que escrevo um blog em 2025?”

Crawling Back to Nostalgia

A gente passa tanto tempo tentando ter controle sobre tudo que esquece o quanto é bom se perder um pouco. Ouvir Hozier transformar “Do I Wanna Know?” foi como abrir um portal para uma saudade que eu nem sabia que sentia. Algumas saudades são diferentes de outras. Existem aquelas saudades fofas, tipo saudade de umContinuarContinuar lendo “Crawling Back to Nostalgia”

Sexo frágil é o cacete

Feliz Dia das Mulheres! ✨Que nunca nos falte voz, coragem e espaço. Que sejamos difíceis, inquebráveis, livres. Sexo frágil? Só se for pra quem precisa da nossa força pra se equilibrar.Hoje e sempre, escolhemos a nós mesmas. 💫 Tem uma coisa que sempre me intrigou: como é que a gente cresce ouvindo que mulher éContinuarContinuar lendo “Sexo frágil é o cacete”

Deixa que eu carrego essa cruz

A vida toda me disseram que eu não podia. “Você não consegue”, “Isso não é pra você”, “Melhor deixar pra quem sabe”. E eu, boba, fui acreditando. Afinal, se tanta gente diz, deve ser verdade, né? Talvez eu tenha vindo com defeito de fábrica, talvez meu único talento seja pedir desculpa por existir. E foiContinuarContinuar lendo “Deixa que eu carrego essa cruz”

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